Ouça mais poesias no metrô
Beatriz Monteiro em 19/10/09
O projeto “Poesia no metrô” espalhou poemas pelas estações da linha 2 (verde). Confira aqui os textos que farão parte da mostra.
Ao passar pela estação Vila Madalena, os usuários do metrô poderão ler poesias como:
“Amar”, de Drummond de Andrade;
O soneto de Camões, “Quem vê senhora”…
“Oferta de Anel”, de Haroldo de Campos.
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Na estação Sumaré do metrô:
“Invenção de Orfeu, de Jorge de Lima
Soneto de Camões “Amar é fogo…”
Soneto de Camões “Eu cantarei de amor tão docemente”
Soneto “Alma minha…”, de Camões
No metrô Clínicas:
“O Guardador de Rebanhos (Canto XXXIX)”, de Fernando Pessoa (Alberto Caeiro);
“Vício de Fala”, de Oswald de Andrade;
“Relicário”, de Oswald de Andrade;
“Erro de português”, de Oswald de Andrade;
“Para ser grande”, de Fernado Pessoa (Ricardo Reis);
“Não quero, Cloe”, de Fernando Pessoa (Ricardo Reis);
“Canção de Exílio”, de Gonçalves Dias;
“O Assinalado”, de Cruz e Sousa;
“Mar Português”, de Fernando Pessoa
No metrô Paraíso:
“Cantiga”, de Sá de Miranda;
“Ismália”, de Alphonsus de Guimaraens;
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“Erro de português”, de Oswald de Andrade;
“Eu sou trezentos”, de Mário de Andrade;
“O Navio Negreiro– Canto final (VI)”, de Castro Alves;
“Canto III estrofe 119 e 120, Lusíadas”, de Camões
No metrô Ana Rosa:
“Eu não sou eu…”, de Mário de Sá Carneiro;
“Amiga”, de Florbela Espanca;
Soneto “Temeis, penhas…” — Claudio Manuel da Costa;
“Antes do vôo da ave”, de Fernando Pessoa;
“O Guardador de Rebanhos (Canto XXXIX)”, de Fernando Pessoa (Alberto Caeiro)
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No metrô Chacára Klabin:
Lusíadas — Canto III – estrofes 119 e 120, de Camões;
“Ismália”, de Alphonsus de Guimaraens;
“Sepultura Romântica”, de Antero de Quental;
Soneto “Sobre estas duras…”, de Bocage;
Ao longe os barcos de flores – Camilo Pessanha
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In Extremis, de Olavo Bilac;
No metrô Imigrantes:
“Fanatismo”, de Florbela Espanca;
No metrô Alto do Ipiranga:
“Imitação da água”, de João Cabral de Melo Neto;
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“Campo de Flores”, de Carlos Drummond de Andrade;
In Extremis – Olavo Bilac
Soneto “Sete anos de pastor…”, de Camões
Soneto “ Quem vê senhora..” , de Camões
O Morcego , de Augusto dos Anjos















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