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	<title>Catraca Livre &#187; Holofote</title>
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	<description>Site Catraca Livre</description>
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		<title>O norte do Brasil nas lentes de Marcel Gautherot</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:51:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Holofote]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_agenda.jpg" width="31" height="32" alt="" title="Exposição" /><img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/>O Parisiense Marcel Gautherot expõem 70 imagens feitas na Amazônia brasileira entre os anos 1940 e 1970.  O trabalho fica no Instituto Moreira Salles de São Paulo até dia 21 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_agenda.jpg" width="31" height="32" alt="" title="Exposição" /><img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/><p>O Parisiense Marcel Gautherot expõem 70 imagens feitas na Amazônia brasileira entre os anos 1940 e 1970.  O trabalho fica no Instituto Moreira Salles de São Paulo até dia 21 de março.</p>
<p><em><strong>Confira algumas imagens do fotógrafo</strong></em></p>

<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/42.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/42-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Pescadores  Ilha Mexiana, pa, c. 1943" /></a>
<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/33.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/33-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Vaqueiros  Ilha Mexiana, pa, c. 1943" /></a>
<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/21.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/21-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Serra Pelada  Região de Carajás, pa, c. 1978" /></a>
<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/11.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/11-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Garimpeiro  Foz do rio Tauari, pa, c. 1950" /></a>

<p>Em 1939, quando chegou ao Brasil pela primeira vez,  Marcel Gautherot (1910-1996) queria subir e fotografar todo o curso do rio Amazonas. A viagem não foi muito longe, interrompida pela Segunda Guerra Mundial – a mesma guerra que, um ano depois, obrigará o jovem fotógrafo a se radicar no Brasil, seu país de adoção até o fim da vida.</p>
<p>No curso das três décadas seguintes, Gautherot voltou repetidamente à Amazônia, fascinado pela paisagem vasta, instável e anfíbia, que desafiava seu olhar europeu e o convidava a uma verdadeira aventura da sensibilidade. O resultado é uma vasta produção de imagens, em que Gautherot a um só tempo trava contato com a nova paisagem brasileira e reflete sobre sua própria memória pictórica ocidental. Ao fazê-lo, Gautherot deixa para trás as fronteiras entre os gêneros fotográficos e cria uma nova síntese de retrato e paisagem, documento e abstração, forma e caos.</p>
<p>Para a exposição Marcel Gautherot &#8211; Norte, parte dessa produção foi selecionada e rearranjada por Milton Hatoum e Samuel Titan Jr. na forma de uma viagem virtual de Manaus ao Marajó.</p>
<p><strong>Mais de Marcel Gautherot</strong><br />
O  fotógrafo nasceu em Paris em 14 de julho de 1910. Radicado no Brasil desde 1940, dedicou-se a viajar por todo o país, registrando com paixão e precisão os aspectos mais variados da vida nacional: das cidades históricas de Minas Gerais às festas populares do Nordeste, da paisagem amazônica à arquitetura modernista do Rio de Janeiro e de Brasília. Gautherot faleceu no Rio de Janeiro, em 8 de outubro de 1996. Em 1999, seu acervo de mais de 25.000 imagens passou a integrar a coleção fotográfica do Instituto Moreira Salles.</p>
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		<title>Vídeo: Ferréz lança “Selo Povo” e vende livro a R$ 5</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 03:49:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holofote]]></category>
		<category><![CDATA[Ferréz]]></category>
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		<category><![CDATA[literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/>O escritor Ferréz, tido como umas referências da literatura marginal de São Paulo, lança uma editora com a meta de agregar mais leitores ao mercado literário.
A “Selo Povo” deve vender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/><p>O escritor Ferréz, tido como umas referências da literatura marginal de São Paulo, lança uma editora com a meta de agregar mais leitores ao mercado literário.<span id="more-38205"></span></p>
<p>A “Selo Povo” deve vender livros a, no máximo, R$ 5. De cara, o selo lança a obra “Cronista de um tempo Ruim”, de Ferréz.</p>
<p><span> </span>O livro contém os textos “As Respostas”, “Matemática de Favela”, “Jovem em Promoção”, “SPCC”, “A Verdade Absoluta” e “Sobreviver em São Paulo”. Eles foram publicados previamente nas revistas Trip, Caros Amigos, entre outras.</p>
<p>A loja inaugura no final do mês na Rua 24 de maio, 62 – Loja 40 (Galeria do Rock) &#8211; Subsolo</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="457" height="368" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="window" /><param name="src" value="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=383605&amp;start_loading=false&amp;start_paused=true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="457" height="368" src="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=383605&amp;start_loading=false&amp;start_paused=true" wmode="window" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Poesia de concreto</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 05:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilberto Dimenstein</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holofote]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/>Até esta semana, aquele grupo de 15 grafiteiros jamais imaginaria que um amontoado de palavras soltas, espalhadas pelo papel, sem formar uma frase, também poderia ser chamado de poesia. Viram, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/><p>Até esta semana, aquele grupo de 15 grafiteiros jamais imaginaria que um amontoado de palavras soltas, espalhadas pelo papel, sem formar uma frase, também poderia ser chamado de poesia. Viram, ali, algo parecido com as letras que desenham nos muros -e, assim, Lúcia Rosa apresentou-lhes o movimento concretista. &#8220;Eles estão aprendendo que existem diversas formas de fazer poesia.&#8221;</p>
<p>________________</p>
<h3><a href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/11/prepare-se-para-a-balada-literaria/" target="_blank">Balada Literária </a></h3>
<p>________________</p>
<p>O resultado dessa mistura será apresentado numa biblioteca no próximo sábado, durante a Balada Literária -esse evento se espalha pelos mais diferentes pontos da Vila Madalena, dos botecos, passando por centros culturais, até livrarias. É uma extensão geográfica do que já ocorre quase todas as madrugadas na Mercearia São Pedro.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="457" height="368" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="window" /><param name="src" value="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=380961&amp;start_loading=false&amp;start_paused=true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="457" height="368" src="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=380961&amp;start_loading=false&amp;start_paused=true" wmode="window" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Os grafiteiros vão exibir na biblioteca Alceu Amoroso Lima, especializada em poesia, livros artesanais com a mescla de objetos, palavras, cores e desenhos, numa experiência que Lúcia Rosa chama de poesia visual. &#8220;Um dos garotos disse que pensava que poesia era aquilo meloso que se escreve para a namorada.&#8221;</p>
<p><strong>Leia o restante desta coluna no jornal Folha de S. Paulo, publicado no caderno Cotidiano, em 18 de novembro de 2009.<br />
</strong></p>

<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Lucia-Rosa-Largo-da-Batata-SP-foto-Livia-Lima.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Lucia-Rosa-Largo-da-Batata-SP-foto-Livia-Lima-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Lucia Rosa" /></a>
<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/dulcineia-em-ação-014.JPG' rel='lightbox[1]'' title='Lucia Rosa '><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/dulcineia-em-ação-014-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Lucia Rosa" /></a>
<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/DSC01374.JPG' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/DSC01374-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Lucia Rosa" /></a>
<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/DC-.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/DC--100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Lucia Rosa" /></a>

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		<title>Tinta Fresca agrega pintura, música e performance</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 17:59:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Mantovanini especial para o Catraca Livre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holofote]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_agenda.jpg" width="31" height="32" alt="" title="Música" /><br/>Ao mesmo tempo que São Paulo é uma cidade que dificulta o dia a dia dos cidadãos seja por culpa do trânsito, falta de segurança ou poluição, ela também abriga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_agenda.jpg" width="31" height="32" alt="" title="Música" /><br/><p>Ao mesmo tempo que São Paulo é uma cidade que dificulta o dia a dia dos cidadãos seja por culpa do trânsito, falta de segurança ou poluição, ela também abriga e abre as portas para muitas artes divagarem por universos cheios de nuances que andam de mãos dadas com a urbanidade da capital paulistana.</p>
<p>É na cidade de concreto que nasce projetos como o Cuidado Tinta Fresca: uma intervenção artística que apresenta música, performance e pintura em espaços públicos, restaurantes, escolas, entre outros.</p>
<p>Idealizado pelo artista Bieto e por Rodrigo Scarcello, a ideia do Tinta Fresca nasceu de uma conversa em 2005 quando Bieto comentou com o amigo que ao grafitar tentava fazer os traços dentro do ritmo da música que estava escutando. “A minha intenção era captar e criar um som de acordo com as linhas do desenho e ao mesmo tempo que o desenho fosse criado sob a influência dessas sonoridades,” explica o artista.</p>
<p>Para conseguir essa troca, Rodrigo – o homem da tecnologia e da música – criou bases sonoras a partir de latas de spray e instrumentos com sensores que ficam nas mãos de Bieto para ele interferir nas melodias. “O Rodrigo é como o Professor Pardal, ele inventa várias engenhosidades como uma luva com sensores ou uma lata de spray com uma caixa de musica dentro. Cada vez ele cria uma “parafernália” nova para agregar à performance”.</p>
<a href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/11/tinta-fresca-agrega-pintura-musica-e-performance/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<p>As primeiras apresentações da dupla aconteceram no espaço subterrâneo da Consolação. Hoje, o Tinta Fresca tem mais duas cabeças: a atriz Luciana Araújo, que brinca sonoramente com metalofones, recita e canta e a multiinstrumentista Dani Donella que toca flauta e metalofone.</p>
<p>Enquanto Rodrigo, Dani e Luciana criam o universo sonoro, Bieto traça as cores e formas em painéis que depois são colocados à venda. “O mais interessante do projeto é o desafio. Nunca sei o que vou pintar e o coletivo nunca sabe o que vai tocar”, finaliza Bieto.</p>
<p>Para quem ficou curioso, o Tinta Fresca se apresenta no próximo dia 28, sábado, na Casa do Mancha, em Pinheiros.</p>
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		<title>Conheça o criador do Samba do Monte</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 03:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Mantovanini especial para o Catraca Livre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holofote]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/>Faz um ano que todo segundo domingo do mês rola, em São Paulo, o Samba do Monte no bairro Jardim Monte Azul, na zona sul. O projeto nasceu pelas mãos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/><p>Faz um ano que todo segundo domingo do mês rola, em São Paulo, o Samba do Monte no bairro Jardim Monte Azul, na zona sul. O projeto nasceu pelas mãos do produtor cultural Jaime Lopes que trabalha com o grupo de Rap Z’áfrica Brasil e produz o portal de hip-hop nacional Central Hip-hop.</p>
<p>Mesmo engajado no rap, Jaime sempre teve uma forte ligação com o samba – os pais dele desfilavam nas escolas de samba paulistanas, fora os batuques que rolavam na casa dele e dos parentes. Por isso, as visitas a rodas de samba tradicionais como o Samba da Vela e Samba da Laje eram frequentes e foram elas que plantaram a ideia de criar o Projeto Comunidade do Samba do Monte.</p>
<p>“Estes sambas foram a maior influência para o projeto existir. Sempre saia das rodas comentando com amigos que teria condições de fazer uma roda no bairro onde nasci e resido atualmente e a galera apoiava a ideia,”, relembra Jaime.</p>
<p>A força dos amigos foi o ponto de partida, mas a coisa toda só rolou mesmo quando Jaime levou Ailton Augusto Vieira, da Velha-Guarda da Tom Maior, a uma dessas rodas e ele adorou. “O Ailton ficou fascinado e já tinha os conhecimentos necessários para organizar uma roda no Monte Azul.”</p>
<p>Foi por meio dessa parceria que no dia 12 de outubro do ano passado, aconteceu a primeira reunião de sambistas nas ruas do Jardim Monte Azul. O sucesso foi tamanho e a necessidade uma estrutura melhor fez com que, seis meses depois, o projeto muda-se para o Centro Cultural Monte Azul.</p>
<p>Como Jaime mesmo diz: “samba é raiz, é vida, comunidade, felicidade: é a união sem preconceito de raça, credo, sexo e poder aquisitivo”.</p>
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		<title>Corpo, nudez e arte no Hotel Central, na av. São João</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 12:57:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatriz Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holofote]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/>Não é a toa que Alessandra Cestac, 29, virou artista plástica. As lições básicas foram oferecidas em casa mesmo para ela e para a irmã, que hoje, vive na Argentina, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/><div id="attachment_37208" class="wp-caption alignleft" style="width: 470px"><a rel="attachment wp-att-37208" href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/cestac6.jpg'rel='lightbox1'>fotos: divulgação<img class="size-medium wp-image-37208" title="Cestac fotografada em quarto de hotel na Colômbia" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/cestac6-460x221.jpg" alt="cestac" width="460" height="221" /></a><p class="wp-caption-text">Cestac fotografada em quarto de hotel na Colômbia</p></div>
<p>Não é a toa que Alessandra Cestac, 29, virou artista plástica. As lições básicas foram oferecidas em casa mesmo para ela e para a irmã, que hoje, vive na Argentina, como diretora de teatro. A mãe, estilista, dava toques sobre os assuntos da moda. O pai, também artista plástico, lhes ensinava técnicas especiais.</p>
<p>Da arte aprendida em casa, Alessandra criou a sua própria: desde 2005 espalha pela rua algumas de suas fotos em que posa nua. Todas em tamanho real. “Sentia necessidade de desenvolver esse trabalho para mim e acabou sendo meu norte para dar um conceito ao meu trabalho”, comenta.</p>
<h4>Assista ao vídeo &#8220;Pelada nas ruas&#8221;. Crédito: Rodrigo Leitão</h4>
<a href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/11/corpo-nudez-e-arte/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<p>Parte desta produção poderá ser vista na exposição Red Bull House of Arts, no Hotel Central, na Av. São João. Alessandra, junto a outros artistas, mostra até o dia 23 de dezembro, a diversidade de seus trabalhos. Os expositores mostrarão trabalhos realizados por eles nos quartos-ateliês do hotel.</p>
<p>____________</p>
<h3><a href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/11/hotel-de-1918-abrigara-artistas/" target="_blank"> Leia mais sobre a exposição no Hotel Central</a><br />
______________</h3>
<div id="attachment_37202" class="wp-caption alignleft" style="width: 294px"><img class="size-full wp-image-37202" title="cestac3" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/cestac32.jpg" alt="Cestac posa para desenhista" width="284" height="400" /><p class="wp-caption-text">Cestac posa para desenhista</p></div>
<p>A artista entende que a nudez é uma maneira de a mulher explorar seu próprio corpo e sua sexualidade. Por mais coragem que tenha de aparecer fotografada nua pelas ruas, garante que é uma mulher que preserva sua intimidade e que possui a sensibilidade e a delicadeza da mulher.</p>
<p>Para ela, a nudez feminina é  um produto de venda e não é encarada com naturalidade. “Meu trabalho na internet é sempre bloqueado, porque é encarado como pornografia”, comenta.</p>
<p>Ao fazer o ensaio, Alessandra não se coloca somente como uma modelo.  Segundo ela,  há uma sensação por traz do trabalho que emana na fotografia. Quando o ensaio termina, revela as fotos e faz um trabalho com stickers e lambe-lambes e os espalhas pela rua. “Interpreto os lugares em que devo colocar. Por exemplo, o anjo exposto numa rua onde dormem moradores de rua”, teoriza.  Alessandra garante também que em seu trabalho tem um respeito com a cidade e seus moradores.</p>
<div id="attachment_37192" class="wp-caption alignleft" style="width: 445px"><img class="size-medium wp-image-37192" title="cestac4" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/cestac4-460x308.jpg" alt="Cestac interpreta um anjo " width="435" height="238" /><p class="wp-caption-text">Cestac interpreta um anjo </p></div>
<p>Seu processo de integração de arte com a cidade de São Paulo veio numa época em que tudo parecia dar errado para a artista. Nasceu desse sentimento uma relação íntima entre a artista e o local onde ela vive. Alessandra confessa que não estava preparada para as críticas. “Você acaba não sabendo mais quem você é”.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_37117" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a rel="attachment wp-att-37117" href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/alessandra.jpg'rel='lightbox1'><img class="size-full wp-image-37117" title="Alessandra Cestac" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/alessandra.jpg" alt="Alessandra Cestac" width="240" height="312" /></a><p class="wp-caption-text">Alessandra Cestac </p></div>
<p>Por isso, ano passado, fez um recesso. Foi viajar para Colômbia com um grupo de músicos e depois morou durante nove meses numa praia próxima a Búzios, no Rio de Janeiro.  “Precisei viajar para rever o que meu corpo significava pra mim, e precisava voltar a me sentir anônima”.</p>
<p>A fotografia sempre fez parte da vida de Alessandra. No colégio era a fotógrafa da turma, levava seus amigos para o ateliê de arte do pai e lá trabalhava projeções nos corpos dos amigos e as retratava. A dança também era seu encanto.  Mas, entre a dança e a fotografia, preferiu optar pela fotografia, pois sabia que ambas precisariam de dedicação integral.<strong> </strong></p>
<p><strong>Arte no exterior</strong></p>
<p>Neste ano, foi convidada pelo sociólogo Sérgio Franco, para apresentar seu trabalho em Paris, na França. Durante um mês ficou numa residência com mais quatro artistas homens. Alessandra sentiu-se sozinha. Na solidão, buscou olhar para a cidade de Paris.  Na cidade fez fotos nuas em tradicionais cafés, durante funcionamento.  E em dois ícones turísticos: o museu do Louvre e a Torre Eiffel.</p>
<p>Em Paris, durante a exposição “São Paulo Mon Amour”, buscou retratar em sua arte o universo individual que sente da cidade. “Em São Paulo cada um tem seu quartinho, seu lugar de relaxamento”. Para isso, montou um quarto na exposição em que as pessoas podiam entrar e tomar algo com ela, ou assistir a vídeos de suas perfomances.</p>
<div id="attachment_37194" class="wp-caption aligncenter" style="width: 441px">divulgação<img class="size-medium wp-image-37194" title="alessandracestac" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/alessandracestac-460x306.jpg" alt="Alessandra posa em praça na Colômbia" width="431" height="255" /><p class="wp-caption-text">Alessandra posa em praça na Colômbia</p></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Hotel de 1918 abrigará artistas</title>
		<link>http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/11/hotel-de-1918-abrigara-artistas/</link>
		<comments>http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/11/hotel-de-1918-abrigara-artistas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 03:39:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>da Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
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		<category><![CDATA[hotel central]]></category>
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		<category><![CDATA[red bull house of arts]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_agenda.jpg" width="31" height="32" alt="" title="Agenda" /><img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_agenda.jpg" width="31" height="32" alt="" title="Exposição" /><img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/>Desenhado pelo arquiteto Ramos de Azevedo, o mesmo envolvido na Estação Júlio Prestes, Casa das Rosas e Teatro Municipal, o Hotel Central foi construído em 1918 e fechado em 2005. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_agenda.jpg" width="31" height="32" alt="" title="Agenda" /><img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_agenda.jpg" width="31" height="32" alt="" title="Exposição" /><img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/><p>Desenhado pelo arquiteto Ramos de Azevedo, o mesmo envolvido na Estação Júlio Prestes, Casa das Rosas e Teatro Municipal, o Hotel Central foi construído em 1918 e fechado em 2005. O lugar volta a ser habitado, agora por artistas.</p>
<p>Através do projeto “Red Bull House of Art”, artistas como Alessandra Cestac, cujo trabalho é baseado em fotografias, performances e street art, em 2007, intrigou moradores de São Paulo ao colar lambe-lambes dela nua em tamanho natural espalhadas pela cidade. Também participa do projeto Rui Gato, artista e compositor português que fez trilha para comerciais, filmes, além de composições originais e pós-produção.</p>
<p>No total, serão 10 artistas de sete países diferentes, incluindo o Brasil, que ocuparão de forma compartilhada, os quatro andares do prédio. Os espaços foram adaptados para receber 10 ateliers individuais, além de quartos vazios para instalações artísticas, salas de projeção, visualização de trabalhos, área de convívio, internet e edição.<br />
_____________________________</p>
<h3>Leia também:<a href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/11/vi-semana-de-moda-e-cultura-na-livraria-cultura/" target="_blank"><br />
VI Semana de Moda e Cultura na Livraria Cultura</a><br />
______________________________</h3>
<p>Haverá também espaços coletivos destinados a duas exposições principais, que abrem e fecham o projeto, além de espaços para intervenções artísticas, e palestras com curadores, críticos de arte e artistas convidados.</p>
<p>A partir do dia 11 de novembro, o evento abre para o público com uma exposição que apresentará uma seleção de trabalhos dos artistas participantes, como forma de introduzi-los ao público local.</p>
<p>Para o encerramento, será realizada uma nova mostra, somando os resultados da imersão criativa e da troca de experiências durante o projeto.</p>
<p>Confira o<a href="http://www.redbull.com.br/cs/Satellite/pt_BR/Article/Vem-a%C3%AD-o-Red-Bull-House-of-Art-021242783969628" target="_blank"> site</a> do projeto</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_36495" class="wp-caption aligncenter" style="width: 285px">Davi Boarato<img class="size-medium wp-image-36495" title="Hotel" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Hotel-459x306.jpg" alt="Uma das salas-ateliê preparada para os artistas" width="275" height="184" /><p class="wp-caption-text">Uma das salas-ateliê preparada para os artistas</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_36496" class="wp-caption aligncenter" style="width: 285px">Davi Borato<img class="size-medium wp-image-36496" title="Espaço Hotel" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Espaço-Hotel-459x306.jpg" alt="Espaço no hotel que fará parte da exposição" width="275" height="184" /><p class="wp-caption-text">Espaço no hotel que fará parte da exposição</p></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Artista retrata a cidade pela ponta de um nanquim</title>
		<link>http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/11/artista-retrata-a-cidade-pela-ponta-de-um-nanquim/</link>
		<comments>http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/11/artista-retrata-a-cidade-pela-ponta-de-um-nanquim/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 17:35:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Keila Baraçal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
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		<category><![CDATA[nanquim]]></category>
		<category><![CDATA[urbano]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_agenda.jpg" width="31" height="32" alt="" title="Agenda" /><img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_agenda.jpg" width="31" height="32" alt="" title="Exposição" /><img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/>Márcio Moreno, 25, é um dos personagens que aparece na cidade de São Paulo para mostrar o que o espaço tem de peculiar. Ilustrador e artista plástico, desde muito cedo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_agenda.jpg" width="31" height="32" alt="" title="Agenda" /><img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_agenda.jpg" width="31" height="32" alt="" title="Exposição" /><img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/><p style="text-align: left;">Márcio Moreno, 25, é um dos personagens que aparece na cidade de São Paulo para mostrar o que o espaço tem de peculiar. Ilustrador e artista plástico, desde muito cedo dedica seu tempo às ilustrações. Mostra o comportamento das pessoas, até as estruturas físicas da capital. Tanto, que a partir desta terça-feira, 3, no restaurante Piola, na Vilaboim, cerca de 20 peças desenhadas com Nanquim ficarão expostas com a exposição  “Traço Cidade”.  A entrada para ver ao trabalho é Catraca Livre.</p>
<p style="text-align: left;">_____________</p>
<h3>Veja também</h3>
<h3><a href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/10/nao-perca-arte-urbana-no-masp/" target="_blank">Grafiteiros expõem no MASP</a></h3>
<p>_____________</p>
<p>Esta é a sétima mostra do artista. Marcio retratou no papel cenas que presenciou de perto. Algumas delas vistas em Santo André – sua cidade natal –  outras, em São Paulo – onde passa parte do seu tempo, em função dos estudos.  Certa vez, andando pelas ruas do ABC, se deparou com um ciclista. O cidadão parou a bicicleta, acendeu um cigarro e, em seguida, saiu pedalando tranquilamente. O episódio, evidentemente, virou desenho.</p>
<dl id="attachment_35698" class="wp-caption aligncenter" style="width: 224px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a rel="attachment wp-att-35698" href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07671.jpg'rel='lightbox1'>Marcio Moreno<img class="size-medium wp-image-35698" title="Traço da Cidade" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07671-356x500.jpg" alt="Traço da Cidade" width="214" height="300" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Imagem reproduzida de episódio verídico</dd>
</dl>
<p style="text-align: left;">
<p>A facilidade em contar histórias com as mãos faz com que o artista já tenha no currículo centenas de imagens arquivadas. Em média, Márcio leva duas horas para concluir cada desenho. As obras de “Traço  Cidade”, por exemplo, foram concluídas em duas semanas.</p>
<p>Tão frenética quanto a produção de seus desenhos, é a rotina do artista. Durante o dia, se dedica ao trabalho de artista gráfico. Na parte da noite, vai para a faculdade e, após a aula,  faz trabalhos extras &#8211; em média, cinco por mês.  Para o futuro, pensa em aprimorar cada vez mais seu talento.</p>
<h4>Veja o processo de criação do artista</h4>
<a href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/11/artista-retrata-a-cidade-pela-ponta-de-um-nanquim/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<h4>Confira o que poderá ser visto em &#8220;Traço Cidade&#8221;</h4>

<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/marcio.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/marcio-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Traço Cidade" /></a>
<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_08371.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_08371-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Traço da Cidade" /></a>
<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07721.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07721-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Traço Cidade" /></a>
<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07701.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07701-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Traço Cidade" /></a>
<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07671.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07671-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Traço Cidade" /></a>
<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07351.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07351-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Traço Cidade" /></a>
<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07321.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07321-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Traço Cidade" /></a>
<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07311.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07311-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Traço Cidade" /></a>
<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07181.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07181-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Traço Cidade" /></a>
<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07161.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_07161-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Traço Cidade" /></a>
<a href='http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_06861.jpg' rel='lightbox[1]'><img width="100" height="75" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/11/IMG_06861-100x75.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Traço Cidade" /></a>

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		<title>Escultor se prepara para expor no Museu do Louvre</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 11:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holofote]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/>Marcelo Neves, escultor com quinze anos de carreira, foi um dos artistas escolhidos para expor três de suas obras no Museu do Louvre, em Paris. A exposição está programada para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/><p>Marcelo Neves, escultor com quinze anos de carreira, foi um dos artistas escolhidos para expor três de suas obras no Museu do Louvre, em Paris. A exposição está programada para acontecer em dezembro deste ano.</p>
<p>‘El dia que me queiras’, ‘Felicidade’ e ‘Frevo Pernambucano’ foram as peças escolhidas para viajar e são, como toda a obra do escultor, inspiradas na Vênus de Willendorf, uma estatueta com 11,1cm de altura, representando estilisticamente uma mulher gorda.</p>
<div id="attachment_35240" class="wp-caption alignleft" style="width: 194px"><a rel="attachment wp-att-35240" href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/10/El-Dia-que-me-queiras.jpg'rel='lightbox1'>divulgação<img class="size-full wp-image-35240" title="El Dia que me queiras" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/10/El-Dia-que-me-queiras.jpg" alt="El Dia que me queiras" width="184" height="245" /></a><p class="wp-caption-text">El Dia que me queiras</p></div>
<p>O artista  foi selecionado por Bia Duarte, &#8220;olheira&#8221; do Louvre no Brasil, para integrar o SNBA – Société Nationale des Beaux Arts,  exposição tradicionalmente realizada nas dependências do Carrousel Du Louvre  com obras do mundo todo.</p>
<p>Em suas peças, Marcelo substancia os volumes, tudo proporcional, de forma a evidenciar as dobras da pele e as protuberâncias características da anatomia, sem parecer um corpo exagerado.</p>
<p>_____________________</p>
<h3>Veja também</h3>
<h3><a href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/10/%E2%80%9Cmaestro-das-palavras%E2%80%9D-paulo-leminski-ganha-exposicao-1/" target="_blank">“Maestro das palavras”, Paulo Leminski ganha exposição</a></h3>
<p>____________________</p>
<p>A matéria é o bronze; a elaboração parte de seus desenhos a carvão e evoluem para seu manuseio com a argila onde a figura toma suas formas. Todos os cuidados são importantes até a finalização com a fundição e os acabamentos das texturas e pátinas.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O lado B de “As Satyrianas”</title>
		<link>http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/10/o-lado-b-de-%e2%80%9cas-satyrianas%e2%80%9d/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 15:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Keila Baraçal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holofote]]></category>
		<category><![CDATA[gero camilo]]></category>
		<category><![CDATA[satyrianas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/>“Não consigo separar uma coisa da outra. Em arte não existe lado A, nem lado B”, diz o artista Gero Camilo. Ele vai participar da próxima edição de “As Satyrianas” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/icones/peq_fale_conosco.jpg" width="30" height="32" alt="" title="Holofote" /><br/><p>“Não consigo separar uma coisa da outra. Em arte não existe lado A, nem lado B”, diz o artista <a href="http://www.myspace.com/gerocamilo" target="_blank">Gero Camilo</a>. Ele vai participar da próxima edição de “As Satyrianas” -  uma festa do teatro, idealizada pelo Grupo Satyros, com quase 80 horas ininterruptas de apresentações teatrais. Gero faz parte de uma das novidades do evento. Ao lado dos quase dez artistas, ele se apresenta na tenda batizada de  &#8220;Lado B&#8221;. Se boa parte das pessoas o conhece como ator, em Satyrianas, ele estará como cantor. O encontro acontece nos dias 30 e 31 de outubro, e 01 e 02 de novembro, na praça Roosevelt e em pontos da Vila Madalena. A programação completa do Lado B está <a href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/10/as-satyrianas-tenda-dramamix-2/" target="_blank">neste link.</a></p>
<div id="attachment_33908" class="wp-caption aligncenter" style="width: 290px"><a rel="attachment wp-att-33908" href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/10/gero-camilo.jpg'rel='lightbox1'>divulgação<img class="size-full wp-image-33908" title="Gero Camilo" src="http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/10/gero-camilo.jpg" alt="gero camilo" width="280" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Gero Camilo</p></div>
<p>Muito embora não goste de fazer a divisão entre o cantor e o ator, Gero deve se apresentar para tocar algumas canções de seu repertório. Músicas como “Cabeleira de Capim”, “Jobinamente” e “Vem amor”. Esta última,  para ele, é uma de suas preferidas. “Tem versos delicados”. Além do artista, a lista contempla nomes como Marisa Orth e Guga Stroeter.</p>
<p>Quem, entretanto, preferir ver, de fato, &#8220;As Satyrianas&#8221;, a programação segue com os elementos já tradicionais das outras edições. A primeira delas, entitulada “<a href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/10/as-satyrianas-tenda-dramamix/" target="_blank">Dramanix</a>” é dedicada à nova dramaturgia. Atores convidados fazem peças num período de até 20 minutos. Participam  nomes como Evaldo Mocarzel e Marici Salomão.</p>
<p>Já em “<a href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/10/as-satyrianas-espaco-visumix/" target="_blank">Visumix</a>” há um espaço direcionado para as artes plásticas. Para ele, estão programadas performances ao vivo de artistas de várias gerações, como Aguilar, Helena Ignez, Dora Longo Bahia, entre outros. A sessão tem curadoria de Fábio Delduque, Jodel Godoy e Patrícia Godoy.</p>
<p>Já para que for conferir “<a href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/10/as-satyrianas-tenda-residencia/" target="_blank">Residência</a>”, vai encontrar um espaço livre para intervenções. Destaque para o Le Parkour. Por fim, “Circo” – realizada pelo grupo Parlapatões -, será um local destinado para apresentação de espetáculos circenses.</p>
<p><strong>V eja também outras atividades teatrais que acontecem em SP<br />
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<p><a href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/10/escolha-uma-peca-pague-r5-e-va-ao-teatro/" target="_blank">Escolha uma peça, pague R$5 e vá ao teatro</a></p>
<p><a href="http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/10/till-a-saga-de-um-heroi-torto/" target="_self">“Till, a saga de um herói torto” do Grupo Galpão estreia no Sesc Pompeia</a></p>
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